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Archive for 'Mercado'

Na hora de escolher um serviço de hospedagem de websites, uma das primeiras perguntas é descobrir onde os arquivos serão armazenados. Mesmo que a empresa contratada seja brasileira, isto não significa dizer que seus dados estarão guardados no nosso pais.

Muitos webhosts – nome dados às empresas que são especializadas na hospedagem de sites e informações na internet – agem apenas como gestores de servidores localizados em outros paises. Os Estados Unidos são a principal opção, devido à grande oferta de servidores e, principalmente, preços baixos.

Porém, nos últimos anos, a oferta de hospedagem em servidores localizados no Brasil tem crescido. As vantagens são maior velocidade no acesso aos dados, pois as distancias entre servidor e usuário são menores, além da capacidade e facilidade na resolução imediata de problemas, junto à empresa de hospedagem contratada.

A grande novidade, agora, é a primeira oferta de planos de hospedagem de sites, em servidores brasileiros, sem limites de capacidade na armazenagem de dados. Para a ArgoHost, empresa responsável pela ação inédita, os planos de espaço ilimitado são uma aposta no crescimento da internet e do uso desta mídia para transferência de informações em nosso pais.

No endereço Espacoilimitado.com.br, os internautas poderão encontrar planos de hospedagem ilimitada por menos de 15 reais mensais. Segundo Hermes Alves, gerente de Tecnologia da Informação da ArgoHost, “Nossa idéia é oferecer o máximo em atendimento e praticidade, pelo menor preço possível, estimulando mais pessoas a utilizar servidores nacionais. O aumento da demanda, poderá aumentar a oferta deste produto, que é melhor para toda internet brasileira”.

Para garantir o sucesso da ação, a ArgoHost oferece, no site Espaçoilimitado, 15 dias de teste gratuito do serviço, com liberação imediata do plano de hospedagem. Entre vários benefícios, a empresa realiza, gratuitamente, todo processo de transferência de sites para o Espaço Ilimitado, evitando os transtornos comuns na migração entre servidores.

Além disso, a ArgoHost também investiu em um sistema inovador de atendimento, no qual o cliente fala com o suporte da empresa, através do próprio site, substituindo o uso do telefone e de ferramentas de bate-papo.“Tudo para oferecer  a melhor experiência do usuário, elevando os benefícios dos webhosts e servidores Brasileiros”, completa Hermes.

Sobre a ArgoHost

Criada em 2003, a ArgoHost está entre as 50 maiores empresas brasileiras especializadas no registro e hospedagem de sites e dados na internet.

Primeira empresa no pais a disponibilizar planos de hospedagem de sites e dados, na internet, com capacidade ilimitada, a ArgoHost é reconhecida nacionalmente pela estabilidade na armazenagem de dados, garantia de backup de informações, aliada a baixos custos operacionais.

Hoje, a empresa gerencia mais de 30 servidores, hospedando milhares de sites e sistemas de empresas cearenses e de todo país.

Para mais informações:

ArgoHost – www.argohost.net

CE (85) 3198.3030  SP (11) 4063.4888  RJ (21) 4063. 9744

Jul
22

A Empresa de registro de domínios ZipRegistro www.zipregistro.com.br oferece registro de domínios .can.br (Para candidatos a vereador e prefeito)  junto com ferramenta de gerenciamento de Site (Blog).

Sabia mais sobre os domínios .can.br

De acordo com a Resolução TSE 22.718/2008, do Tribunal Superior Eleitoral, que trata da utilização de domínio especial para a campanha eleitoral na Internet, os candidatos poderão manter site na Internet com a terminação “.can.br”, como mecanismo de propaganda eleitoral.

O endereço do domínio deve seguir a seguinte linha:

nomedocandidatonúmerodocandidato.can.br

A ZipRegistro efetiva o pedido de registro do domínio de candidatos “.can.br” junto a registro.br além dehospedagem do site com 50MB de espaço em disco, 1 conta de Email Personalizada e Ferramenta de gerenciamento de Site (Blog)

Para maiores informações acesse: http://www.zipregistro.com.br/dominios_can_br/

 

Apr
07

O domínio de internet “.eu”, associado à União Européia, que celebra dois anos nesta sexta-feira, atingiu mais de 2,8 milhões de registros, se tornando o quarto mais popular da Europa e o nono em todo o mundo. “Este domínio vai se tornar a escolha natural para todos na Europa”, considerou a comissária européia para a sociedade da informação e mídia, Viviane Reding.

O domínio europeu conseguiu se tornar um dos mais comuns na internet européia e mundial, competindo com outros já bem estabelecidos, como “.com”, “.net” e “.org”. Durante 2007, foram registrados mais de 300 mil endereços com a terminação “.eu” - o que significa um aumento de 11% na comparação com o ano anterior

Os países que mais têm registros deste domínio são Alemanha (31,4%), Holanda (13,4%), Reino Unido (13,3%), França (7,4%) e Itália (5,1%). No último ano, o registro de domínios “.eu” cresceu 48,6% na Polônia, 48,4% na Lituânia e 39,9% na Finlândia.

O domínio “.eu” foi criado em 7 de dezembro de 2005 e estava inicialmente reservado para titulares de direitos de preferência. Em abril de 2006, no entanto, o registro foi aberto a todos os residentes e organizações com sede na União Européia e, após o primeiro ano, a taxa de renovação das assinaturas dos domínios foi de 80%.

Fonte: TI INSIDE

Apr
01

Até alguns anos atrás, poucas empresas brasileiras de pequeno e médio portes pareciam animadas em registrar um nome de domínio na internet, o equivalente à carteira de identidade no mundo digital. O resultado era uma enorme quantidade de companhias perambulando sem documento pelo ciberespaço. Agora, no entanto, parece que esse cenário - que já começara a mudar em 2006 - está pronto para dar seu primeiro grande salto.

Um relatório da companhia americana VeriSign - que detém os direitos exclusivos de venda dos endereços “.com” e “.net” no mundo - mostra que o número de registros desses domínios no Brasil, que já havia aumentado 73% em 2006, voltou a crescer 71% no ano passado. É um desempenho ligeiramente inferior, mas com a virtude de ter uma base de comparação muito maior. Trata-se também do triplo da média de crescimento mundial, que foi de 24% em 2007.

“A venda de domínios no Brasil vem crescendo a cada ano e ainda não atingiu seu ‘boom’”, diz Ramiro Lobo, diretor da Hostnet, uma das cinco empresas autorizadas pela Icann - a principal autoridade global do setor - a negociar os registros “.com” e “.net” no país.

Os demais distribuidores oficiais são iG, Locaweb, Nomer.com e UOL. Em todas essas empresas, em que pesem diferenças como tempo de atuação e o tamanho da companhia, os sinais são positivos. O iG, que entrou no negócio em outubro de 2006, já reúne 15 mil clientes e tem expectativa de dobrar sua base neste ano. A Nomer.com, que atende a 30 mil usuários, obteve um crescimento de 31% da base em 2007, enquanto a Hostnet registrou 21 nomes de domínio “.com” e “.net” no ano passado, renovando outros 14 mil. A Locaweb, que está em período de silêncio, prepara-se para fazer sua oferta pública inicial de ações.

Todo esse apetite acabou despertando o interesse do UOL. Para ganhar músculos, a companhia adquiriu a carteira de clientes da Plug In, em novembro de 2007, e da Digiweb, em fevereiro desde ano. “Estamos atendendo a 20 mil clientes no UOL Host, nosso serviço de hospedagem de sites e registro de domínios”, diz Gil Torquato, diretor corporativo do UOL.

Dois tipos de público estão puxando os domínios no Brasil. “São as pequenas empresas e os profissionais liberais”, diz Érica Saito, gerente regional de serviços de informação da VeriSign na América Latina. É difícil definir os limites entre os dois grupos. Em muitos casos, os domínios são registrados em nome de uma pessoa física, mas com fins empresariais. Tratam-se de usuários como dentistas e advogados que, em vez de abrir uma empresa, trabalham como profissionais liberais.

“Esse mercado é enorme”, concorda Ricardo Vaz Monteiro, diretor executivo da Nomer.com. Da base total de clientes da companhia, metade é formada por usuários que se encaixam nessa categoria - a de profissionais que poderiam ter uma empresa, mas preferem não fazê-lo. Isso explica, em parte, porque muitos interessados estão partindo para um registro “.com”, que não requer CNPJ, em vez de um domínio “.br”, em que há esse tipo de exigência. No iG, 65% das vendas de registros são “.com”, sem a extensão reservada ao Brasil.

“Houve uma queda progressiva nos preços dos domínios”, observa Lobo, da Hostnet. Hoje, o registro de um domínio “.com” custa R$ 15 por ano. O “.br” sai por R$ 30. É um ponto no qual a VeriSign e os distribuidores têm batido com insistência. “É preciso mostrar que isso é algo acessível”, diz Flávio Elizalde, diretor adjunto do iG Empresas.

Entre as pequenas companhias, é corrente a idéia de que o custo de um domínio é proibitivo. Em muitas, os administradores ainda acham que as extensões “.com” são exclusivas de companhias americanas ou com negócios no exterior.

Aos poucos, porém, à medida que as regras ficam mais claras, as pequenas empresas começam a atribuir maior valor aos domínios, mesmo que não tenham planos imediatos de construir um site. “Depois do registro, o próximo passo na cadeia de valor é ter um e-mail e não montar um site”, afirma Elizalde, do iG. O e-mail com nome da empresa confere ao negócio uma seriedade que serviços gratuitos, como Hotmail e Gmail, não podem garantir, diz o executivo. Entre os distribuidores, é consenso que o uso desse tipo de e-mail causa desconfiança quando a mensagem trata de um negócio, seja o aluguel de uma casa por uma imobiliária ou o orçamento de um tratamento dentário.

Para os distribuidores, o domínio é importante porque funciona como porta de entrada para serviços mais sofisticados e, claro, mais caros. A hospedagem de sites é o caso mais típico, mas algumas companhias estão formando gordas carteiras de ofertas, com combinações que começam na faixa dos R$ 15, mas podem ultrapassar os R$ 1 mil quando o uso do site requer equipamentos exclusivos.

Essa diversificação, por exemplo, é a estratégia do UOL. Nos últimos meses, a companhia passou a montar um quebra-cabeça de produtos baseado nas suas aquisições e na criação de serviços próprios. “Oferecemos acesso sem fio, links patrocinados, serviços de segurança e sistema de pagamento, entre outros itens”, diz Vinicius Pessin, diretor do UOL Host. O próximo passo será o lançamento de um loja on-line para ajudar o cliente no comércio eletrônico. “A previsão de lançamento é de dois meses”, afirma Pessin.

O empenho dos distribuidores é proporcional ao campo de atuação que eles antevêem. Uma das projeções é a de que, dos 8 milhões de pequenas e médias empresas brasileiras, 1,6 milhão tem um domínio registrado, o que deixa aberto um campo 80% ainda inexplorado.

Fonte: VALOR ONLINE

Apr
01

De acordo com o Dossiê sobre a Indústria de Domínios na Internet para o quarto trimestre de 2007 divulgado pela VeriSign Inc, a internet cresceu em quase 33 milhões de nomes de domínios no ano passado. No encerramento do quarto trimestre de 2007, a base total de nomes de domínios registrados mundialmente entre todos os Domínios de Primeiro Nível (Top Level Domain Names — TLDs) ultrapassou 153 milhões. Isto representa um aumento de 27% em comparação ao mesmo trimestre de 2006 e de 5% em relação ao terceiro trimestre de 2007.

A base ajustada de .com e .net superou 80,4 milhões de domínios registrados no fim de 2007. Isto representa um aumento anual de 24% e um aumento trimestral de 4%. A base ajustada cresceu em 3,5 milhões de domínios no quarto trimestre e 15,4 milhões no ano inteiro. Novos registros de domínios .com e .net foram acrescentados à média de 2,5 milhões por mês no último trimestre de 2007, totalizando 7,5 milhões.

Os Domínios de Primeiro Nível com códigos de países (country code TLDs ou ccTLDs) registrados ultrapassaram 58 milhões, um aumento de 33% em relação a 2006 e de 6% sobre o terceiro trimestre de 2007. A composição da indústria de domínios e a ordem de classificação em termos de tamanho da base permaneceram praticamente inalteradas.

No Brasil, o setor de domínios na Internet encerrou 2007 com mais de 1,7 milhão de domínios registrados entre todos os Domínios de Primeiro Nível (DPNs), um aumento de aproximadamente 33% ou 430 mil domínios registrados desde o encerramento de 2006

Fonte: b2bmagazine

Mar
29

Um bom site começa pelo nome. De acordo com especialistas, não adianta nada caprichar no layout, colocar informações claras e precisas e manter canais de comunicação com o cliente ou leitor, como telefone e e-mail, se o endereço eletrônico da página não será encontrado.

Para isso, a dica é ser direto. O nome, chamado na Internet de domínio, tem que ser curto (no máximo 12 caracteres), de fácil memorização e diretamente ligado ao nome ou atividade da empresa.

Um domínio com essas características aumenta o tráfego e valoriza o site, diz o autor do livro “Escolha o seu ponto.com”, Ricardo Vaz Monteiro. De acordo com ele, o melhor é usar a extensão .com.br, que é mais popular. Se ela não estiver disponível, as opções são o .com ou o .net, apesar de existirem diversas outras destinadas a categorias profissionais, por exemplo, como .edu.

Segundo Monteiro, se o domínio desejado já estiver registrado por outra pessoa, fazer uma pequena alteração, mantendo a identidade da marca (de dopao.com.br para padariadopao.com.br, por exemplo), ou negociar a compra do domínio já registrado é melhor que adotar um nome “alternativo” sem ligação com a empresa.

O empresário Luiz Magela trabalha com negociação de domínios desde 1998. Ele registra os domínios considerados bons para negociações futuras e já chegou a faturar R$ 12 mil em uma única venda.

Ele explica que registra nomes de fácil memorização, como “cincoestrelas. com”, que podem interessar a diversas empresas. Magela ressalta que há casos de registro de nomes já consagrados, para tentar vendêlos por preços exorbitantes depois. Mas nesses casos, a Justiça costuma ser favorável a quem já utiliza o nome há mais tempo. Segundo ele, ainda há grande variedade de bons domínios para venda no Brasil.

Briga
Uso de nomes famosos pode ser julgado má-fé

Registros de domínio têm causado polêmica. Em 2006 o ator Tom Cruise conseguiu reaver o tomcruise. com, que havia sido registrado por um empresário. Já o Wal-Mart perdeu a disputa contra uma empresa que registrou boycottwalmart. com, sugerindo um boicote à empresa.

Os dois casos foram arbitrados pela Organização Mundial de Propriedade Intelectual. Entre os critérios usados estão que o domínio seja muito parecido com algo a que a empresa tenha direito e que a outra parte tenha agido de má-fé.Madonna, por exemplo, negociou o www.madonna.com com o Madonna Rehabilitation Hospital. (APP)

Fonte: O Tempo por ANA PAULA PEDROSA

A Organização Mundial de Propriedade Intelectual (Wipo) registrou um número recorde de queixas contra registros de domínios que se aproveitam da fama de marcas registradas, fundações e de celebridades em 2007. A Wipo, agência da Organização das Nações Unidas sediada em Genebra, recebeu 2.156 reclamações de “registro abusivo de marcas registradas na Internet” no ano passado, alta de 18 por cento na comparação com 2006 e de 48 por cento em relação a 2005.

“Estes aumentos confirmam que a prática de grilagem de domínios continua um problema significativo para os detentores de direitos”, informou o vice-diretor-geral da Wipo, Francis Gurry, nesta quinta-feira.

A maior parte das reclamações se deu a partir dos setores farmacêutico, bancário, telecomunicações, varejo e entretenimento.

Farmacêuticas foram as empresas que mais reclamaram por causa de uma “série numerosa de permutações de nomes protegidos usados em endereços de sites que oferecem ou mostram links para vendas online de medicamentos e outras drogas”, informou a Wipo.

As disputas de nomes de domínio no ano passado envolveram uma ampla variedade de produtos, eventos e pessoas –incluindo o megajumbo A380, da Airbus; a Copa do Mundo de 2010, a escola de negócios de Harvard, a fundação Livestrong, do esportista Lance Armstrong; a estrela de talk-show Oprah Winfrey, e o seriado de televisão Os Simpsons.

Um quarto dos casos foi resolvido sem precisar de uma decisão de arbitragem da Wipo. Do restante, em 85 por cento dos casos a decisão da agência transferiu os endereços para os reclamantes e em 15 por cento das vezes o órgão optou por não mudar o registro dos sites.

A maior parte das reclamações veio dos Estados Unidos, França e Inglaterra enquanto a maioria dos acusados está baseada nos EUA, Inglaterra e China, informou a Wipo.

Fonte: Reuters

Mar
27

A GreantDomains uma divisão da Sedo www.sedo.com informou um mega leilão de domínios internacionais chamados de Premium.
O leilão inicia hoje 27/03/2008 as 19:00 GMT. Estarão a venda domínios com alto valor de mercado incluido domínios como pizza.com, ibanks.com e juror.com.
Com data de encerramento prevista para 03/04/2008 as 19:00 GMT. Dê o seu Lance!

Lista de Domínios

absense.net
aerobicfitness.com
applicant.com
assistants.com
astounds.com
babysittingjobs.com
bedsupply.com
bmxracers.com
bobblehead.com
boiling.com
bosses.net
breastsurgeon.com
categorical.com
chambermaid.com
climatologist.com
consensual.com
cornedbeef.com
counsels.com
cruised.net
ctr.com
cuter.net
dares.com
decrypted.com
despise.com
dirtied.com
djl.com
drt.com
economicgrowth.com
egotistic.com

enthralled.com
entrepreneurial.com
exhibited.com
exhibitors.com
eyesore.com
fabled.com
fantasylist.com
flamed.com
flavored.com
flurries.com
freizeit.com
https.net
ibanks.com
ieducator.com
islandsbeaches.com
japanesesteaks.com
jfu.com
jit.com
judicial.com
juror.com
kristin.com
loanfirms.com
lowmaintenance.com
metalart.com
monarchs.com
mystified.com
n5.com
ncj.com
newmexicojobs.com

northcarolinajobs.com
odometer.com
onlinefraud.com
personally.net
pizza.com
politicizing.net
privateaccounts.net
profession.net
rambles.com
refibrokers.com
refinancebrokers.com
regionalized.com
reportcards.com
reversemortgage.net
rml.net
somewhere.net
spinalcord.com
sry.com
stewing.com
stocktonjobs.com
sundays.net
tinkle.com
tmails.com
troops.com
tyl.com
uscitizen.com
vyi.com
warhead.com
withdrawals.net

Para entrar no Leilão acesse: www.GreatDomains.com

Fonte: Agência de Domínios

Mar
27

A Icann removeu uma série de restrições aos domínios “.pro”, permitindo que profissionais possam registrar endereços online que funcionam quase como os famosos “.com”, informou a empresa de registros EnCirca.

A Icann é a entidade encarregada pela organização dos endereços da Internet

Em comunicado divulgado à imprensa, a EnCirca afirma que já está aceitando pedidos para reserva de endereços de Internet terminados em “.pro”.

“Anteriormente, apenas médicos, advogados, contadores e engenheiros podiam registrar endereços ‘.pro’ (…) Além disso, não há mais qualquer restrição geográfica para o ‘.pro’ e empresas e indivíduos de todos os países podem se registrar”, disse no comunicado o presidente da EnCirca, Thomas Barrett.

Fonte: Reuters

Terminações Disponíveis

eng.pro
law.pro
bar.pro
jur.pro
cpa.pro
aca.pro
med.pro

Os candidatos que vão concorrer às eleições municipais de outubro só poderão fazer propaganda na internet na página destinada exclusivamente à divulgação de sua campanha. Ou seja, está proibida a publicidade em outros sites. A regra consta na Resolução 22.718 do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que trata da propaganda eleitoral.Segundo a resolução, a página dos candidatos deverá ficar no ar a partir de 6 de julho até antevéspera da eleição, ou seja, até 3 de outubro.

Os candidatos podem optar em usar ou não a terminação “can.br”. Neste caso, deverão solicitar o domínio ao gestor da Internet Brasil e indicar o nome e o número do candidato que deverão ser os mesmos que vão constar na urna eletrônica. Os domínios “can.br” serão automaticamente cancelados após a votação do primeiro turno ou do segundo turno caso o candidato vá para o segundo turno.

As punições de cassação de registro e inelegibilidade impostas nos casos de uso indevido de meio de comunicação e abusos e excessos na divulgação de opinião favorável a candidato, partido ou coligação, que antes só atingiam matérias da imprensa escrita, foram estendidas à reprodução do jornal na internet.

A resolução também estabelece o período de propaganda no rádio e na televisão: de 19 de agosto a 2 de outubro.

Fonte: Folha Online