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Archive for 'dominios'

Oct
31

Novo registro foi criada há um mês pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) exclusivamente para o setor

Onze bancos brasileiros já oferecem seus serviços de nternet por meio de domínios “b.br”, exclusivos para instituições financeiras. A nova possibilidade de registro foi criada há um mês pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) com o objetivo de aumentar a segurança dos usuários que realizam movimentações bancárias pela Internet.

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Sep
25

De acordo com dados da Verisign divulgados em reportagem do Valor Econômico desta quarta-feira, 24, o Brasil apresentou um aumento de 25% no registro de domínios .net e .com no segundo trimestre de 2008 em relação ao mesmo período do ano passado.

No mundo, o crescimento foi da ordem de 22%. Os números são atribuídos ao maior acesso a computadores e banda larga, além do trabalho focado que a multinacional dedica ao país.

Na metade de 2008, registrou-se um número de 168 milhões de nomes de domínios no mundo inteiro. Desse montante, 87,3 milhões são da VeriSign.

Só no último trimestre analisado, 11,7 milhões de novos domínios foram registrados, sendo 7,5 milhões com terminações .com e .net. Isso representa um crescimento de 4% sobre o primeiro

Fonte: Baguete

Sep
25

Os bancos que operam no Brasil interessados em aumentar a segurança de clientes que fazem transações pela Internet podem utilizar um endereço para suas páginas criado exclusivamente para isolar o setor do restante de sites comerciais da Web terminados com o famoso sufixo “com.br”.
O domínio “b.br” começou a funcionar nesta quarta-feira voltado apenas para instituições financeiras, informou o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), entidade encarregada pela implementação de decisões e projetos do Comitê Gestor da Internet no Brasil.
Por ser exclusivo a endereços de bancos como www.banco.b.br, o novo sufixo deve aumentar a segurança de internautas, afirmou o diretor-presidente do NIC.br, Demi Getschko, em comunicado.
“Algumas da fraudes costumeiras e que preocupam os usuários ficarão impossibilitadas no b.br. Por exemplo, um site que tenha nome terminado em b.br será, certamente, um banco.”
A confirmação dos registros dos endereços somente será feita após análise do NIC.br para assegurar a segurança do domínio.
O novo sufixo exige ainda adoção do protocolo de segurança DNSSEC, que torna mais difícil a clonagem de endereços por falsificadores de sites que capturam dados pessoais digitados inadvertidamente por internautas usuários de serviços de banco online, informou o NIC.br.
Procurada, a assessoria de imprensa do NIC.br não soube informar imediatamente se alguma instituição bancária já manifestou interesse no novo domínio.

Fonte: Reuters(Por Alberto Alerigi Jr.; Edição de Taís Fuoco)

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Jul
22

A Empresa de registro de domínios ZipRegistro www.zipregistro.com.br oferece registro de domínios .can.br (Para candidatos a vereador e prefeito)  junto com ferramenta de gerenciamento de Site (Blog).

Sabia mais sobre os domínios .can.br

De acordo com a Resolução TSE 22.718/2008, do Tribunal Superior Eleitoral, que trata da utilização de domínio especial para a campanha eleitoral na Internet, os candidatos poderão manter site na Internet com a terminação “.can.br”, como mecanismo de propaganda eleitoral.

O endereço do domínio deve seguir a seguinte linha:

nomedocandidatonúmerodocandidato.can.br

A ZipRegistro efetiva o pedido de registro do domínio de candidatos “.can.br” junto a registro.br além dehospedagem do site com 50MB de espaço em disco, 1 conta de Email Personalizada e Ferramenta de gerenciamento de Site (Blog)

Para maiores informações acesse: http://www.zipregistro.com.br/dominios_can_br/

 

Apartir de 1 de julho de 2008, os domínios AM.BR, FM.BR e TV.BR não serão mais restritos, passando a estar disponíveis para quaisquer pessoas jurídicas no país informou a Registro.br
Fonte: Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto br

Apr
07

O domínio de internet “.eu”, associado à União Européia, que celebra dois anos nesta sexta-feira, atingiu mais de 2,8 milhões de registros, se tornando o quarto mais popular da Europa e o nono em todo o mundo. “Este domínio vai se tornar a escolha natural para todos na Europa”, considerou a comissária européia para a sociedade da informação e mídia, Viviane Reding.

O domínio europeu conseguiu se tornar um dos mais comuns na internet européia e mundial, competindo com outros já bem estabelecidos, como “.com”, “.net” e “.org”. Durante 2007, foram registrados mais de 300 mil endereços com a terminação “.eu” - o que significa um aumento de 11% na comparação com o ano anterior

Os países que mais têm registros deste domínio são Alemanha (31,4%), Holanda (13,4%), Reino Unido (13,3%), França (7,4%) e Itália (5,1%). No último ano, o registro de domínios “.eu” cresceu 48,6% na Polônia, 48,4% na Lituânia e 39,9% na Finlândia.

O domínio “.eu” foi criado em 7 de dezembro de 2005 e estava inicialmente reservado para titulares de direitos de preferência. Em abril de 2006, no entanto, o registro foi aberto a todos os residentes e organizações com sede na União Européia e, após o primeiro ano, a taxa de renovação das assinaturas dos domínios foi de 80%.

Fonte: TI INSIDE

Apr
01

Até alguns anos atrás, poucas empresas brasileiras de pequeno e médio portes pareciam animadas em registrar um nome de domínio na internet, o equivalente à carteira de identidade no mundo digital. O resultado era uma enorme quantidade de companhias perambulando sem documento pelo ciberespaço. Agora, no entanto, parece que esse cenário - que já começara a mudar em 2006 - está pronto para dar seu primeiro grande salto.

Um relatório da companhia americana VeriSign - que detém os direitos exclusivos de venda dos endereços “.com” e “.net” no mundo - mostra que o número de registros desses domínios no Brasil, que já havia aumentado 73% em 2006, voltou a crescer 71% no ano passado. É um desempenho ligeiramente inferior, mas com a virtude de ter uma base de comparação muito maior. Trata-se também do triplo da média de crescimento mundial, que foi de 24% em 2007.

“A venda de domínios no Brasil vem crescendo a cada ano e ainda não atingiu seu ‘boom’”, diz Ramiro Lobo, diretor da Hostnet, uma das cinco empresas autorizadas pela Icann - a principal autoridade global do setor - a negociar os registros “.com” e “.net” no país.

Os demais distribuidores oficiais são iG, Locaweb, Nomer.com e UOL. Em todas essas empresas, em que pesem diferenças como tempo de atuação e o tamanho da companhia, os sinais são positivos. O iG, que entrou no negócio em outubro de 2006, já reúne 15 mil clientes e tem expectativa de dobrar sua base neste ano. A Nomer.com, que atende a 30 mil usuários, obteve um crescimento de 31% da base em 2007, enquanto a Hostnet registrou 21 nomes de domínio “.com” e “.net” no ano passado, renovando outros 14 mil. A Locaweb, que está em período de silêncio, prepara-se para fazer sua oferta pública inicial de ações.

Todo esse apetite acabou despertando o interesse do UOL. Para ganhar músculos, a companhia adquiriu a carteira de clientes da Plug In, em novembro de 2007, e da Digiweb, em fevereiro desde ano. “Estamos atendendo a 20 mil clientes no UOL Host, nosso serviço de hospedagem de sites e registro de domínios”, diz Gil Torquato, diretor corporativo do UOL.

Dois tipos de público estão puxando os domínios no Brasil. “São as pequenas empresas e os profissionais liberais”, diz Érica Saito, gerente regional de serviços de informação da VeriSign na América Latina. É difícil definir os limites entre os dois grupos. Em muitos casos, os domínios são registrados em nome de uma pessoa física, mas com fins empresariais. Tratam-se de usuários como dentistas e advogados que, em vez de abrir uma empresa, trabalham como profissionais liberais.

“Esse mercado é enorme”, concorda Ricardo Vaz Monteiro, diretor executivo da Nomer.com. Da base total de clientes da companhia, metade é formada por usuários que se encaixam nessa categoria - a de profissionais que poderiam ter uma empresa, mas preferem não fazê-lo. Isso explica, em parte, porque muitos interessados estão partindo para um registro “.com”, que não requer CNPJ, em vez de um domínio “.br”, em que há esse tipo de exigência. No iG, 65% das vendas de registros são “.com”, sem a extensão reservada ao Brasil.

“Houve uma queda progressiva nos preços dos domínios”, observa Lobo, da Hostnet. Hoje, o registro de um domínio “.com” custa R$ 15 por ano. O “.br” sai por R$ 30. É um ponto no qual a VeriSign e os distribuidores têm batido com insistência. “É preciso mostrar que isso é algo acessível”, diz Flávio Elizalde, diretor adjunto do iG Empresas.

Entre as pequenas companhias, é corrente a idéia de que o custo de um domínio é proibitivo. Em muitas, os administradores ainda acham que as extensões “.com” são exclusivas de companhias americanas ou com negócios no exterior.

Aos poucos, porém, à medida que as regras ficam mais claras, as pequenas empresas começam a atribuir maior valor aos domínios, mesmo que não tenham planos imediatos de construir um site. “Depois do registro, o próximo passo na cadeia de valor é ter um e-mail e não montar um site”, afirma Elizalde, do iG. O e-mail com nome da empresa confere ao negócio uma seriedade que serviços gratuitos, como Hotmail e Gmail, não podem garantir, diz o executivo. Entre os distribuidores, é consenso que o uso desse tipo de e-mail causa desconfiança quando a mensagem trata de um negócio, seja o aluguel de uma casa por uma imobiliária ou o orçamento de um tratamento dentário.

Para os distribuidores, o domínio é importante porque funciona como porta de entrada para serviços mais sofisticados e, claro, mais caros. A hospedagem de sites é o caso mais típico, mas algumas companhias estão formando gordas carteiras de ofertas, com combinações que começam na faixa dos R$ 15, mas podem ultrapassar os R$ 1 mil quando o uso do site requer equipamentos exclusivos.

Essa diversificação, por exemplo, é a estratégia do UOL. Nos últimos meses, a companhia passou a montar um quebra-cabeça de produtos baseado nas suas aquisições e na criação de serviços próprios. “Oferecemos acesso sem fio, links patrocinados, serviços de segurança e sistema de pagamento, entre outros itens”, diz Vinicius Pessin, diretor do UOL Host. O próximo passo será o lançamento de um loja on-line para ajudar o cliente no comércio eletrônico. “A previsão de lançamento é de dois meses”, afirma Pessin.

O empenho dos distribuidores é proporcional ao campo de atuação que eles antevêem. Uma das projeções é a de que, dos 8 milhões de pequenas e médias empresas brasileiras, 1,6 milhão tem um domínio registrado, o que deixa aberto um campo 80% ainda inexplorado.

Fonte: VALOR ONLINE

Apr
01

De acordo com o Dossiê sobre a Indústria de Domínios na Internet para o quarto trimestre de 2007 divulgado pela VeriSign Inc, a internet cresceu em quase 33 milhões de nomes de domínios no ano passado. No encerramento do quarto trimestre de 2007, a base total de nomes de domínios registrados mundialmente entre todos os Domínios de Primeiro Nível (Top Level Domain Names — TLDs) ultrapassou 153 milhões. Isto representa um aumento de 27% em comparação ao mesmo trimestre de 2006 e de 5% em relação ao terceiro trimestre de 2007.

A base ajustada de .com e .net superou 80,4 milhões de domínios registrados no fim de 2007. Isto representa um aumento anual de 24% e um aumento trimestral de 4%. A base ajustada cresceu em 3,5 milhões de domínios no quarto trimestre e 15,4 milhões no ano inteiro. Novos registros de domínios .com e .net foram acrescentados à média de 2,5 milhões por mês no último trimestre de 2007, totalizando 7,5 milhões.

Os Domínios de Primeiro Nível com códigos de países (country code TLDs ou ccTLDs) registrados ultrapassaram 58 milhões, um aumento de 33% em relação a 2006 e de 6% sobre o terceiro trimestre de 2007. A composição da indústria de domínios e a ordem de classificação em termos de tamanho da base permaneceram praticamente inalteradas.

No Brasil, o setor de domínios na Internet encerrou 2007 com mais de 1,7 milhão de domínios registrados entre todos os Domínios de Primeiro Nível (DPNs), um aumento de aproximadamente 33% ou 430 mil domínios registrados desde o encerramento de 2006

Fonte: b2bmagazine

Apr
01

A partir de 1 de Outubro, registar um endereço nos domínios .com ou .net vai ser mais caro. O aumento surge depois de um acordo entre a VeriSign e o ICANN.
A VeriSign é uma empresa que fornece vários serviços na Internet, incluindo o registo de domínios .com e .net. Agora, a empresa que trabalha com vários fornecedores de Internet de todo o mundo, anuncia que registar um domínio .com vai passar a custar 6,86 dólares e um domínio .net vai custar 3,85 dólares.

Os aumentos surgem depois de ter sido assinado um acordo com o ICANN, órgão que gere a atribuição de novos endereços, sobre as novas taxas para registo de domínios.

Mar
29

Um bom site começa pelo nome. De acordo com especialistas, não adianta nada caprichar no layout, colocar informações claras e precisas e manter canais de comunicação com o cliente ou leitor, como telefone e e-mail, se o endereço eletrônico da página não será encontrado.

Para isso, a dica é ser direto. O nome, chamado na Internet de domínio, tem que ser curto (no máximo 12 caracteres), de fácil memorização e diretamente ligado ao nome ou atividade da empresa.

Um domínio com essas características aumenta o tráfego e valoriza o site, diz o autor do livro “Escolha o seu ponto.com”, Ricardo Vaz Monteiro. De acordo com ele, o melhor é usar a extensão .com.br, que é mais popular. Se ela não estiver disponível, as opções são o .com ou o .net, apesar de existirem diversas outras destinadas a categorias profissionais, por exemplo, como .edu.

Segundo Monteiro, se o domínio desejado já estiver registrado por outra pessoa, fazer uma pequena alteração, mantendo a identidade da marca (de dopao.com.br para padariadopao.com.br, por exemplo), ou negociar a compra do domínio já registrado é melhor que adotar um nome “alternativo” sem ligação com a empresa.

O empresário Luiz Magela trabalha com negociação de domínios desde 1998. Ele registra os domínios considerados bons para negociações futuras e já chegou a faturar R$ 12 mil em uma única venda.

Ele explica que registra nomes de fácil memorização, como “cincoestrelas. com”, que podem interessar a diversas empresas. Magela ressalta que há casos de registro de nomes já consagrados, para tentar vendêlos por preços exorbitantes depois. Mas nesses casos, a Justiça costuma ser favorável a quem já utiliza o nome há mais tempo. Segundo ele, ainda há grande variedade de bons domínios para venda no Brasil.

Briga
Uso de nomes famosos pode ser julgado má-fé

Registros de domínio têm causado polêmica. Em 2006 o ator Tom Cruise conseguiu reaver o tomcruise. com, que havia sido registrado por um empresário. Já o Wal-Mart perdeu a disputa contra uma empresa que registrou boycottwalmart. com, sugerindo um boicote à empresa.

Os dois casos foram arbitrados pela Organização Mundial de Propriedade Intelectual. Entre os critérios usados estão que o domínio seja muito parecido com algo a que a empresa tenha direito e que a outra parte tenha agido de má-fé.Madonna, por exemplo, negociou o www.madonna.com com o Madonna Rehabilitation Hospital. (APP)

Fonte: O Tempo por ANA PAULA PEDROSA